Eu?
Sou como o vento...
mas apenas uma mulher...
apenas alguém que ousa
sonhar... Alguém,
que tinha
uma certeza
absoluta...
de que o
tempo
havia lhe
mostrado
o caminho...
que era só seguir por
ele e estaria segura...doce
engano... nunca esteve tão
perdida... segue só... na
direção do vento...
Bem dentro, bem lá no fundo de voce e de mim
o que nos une, o que nos afasta, é a essência...
a mesma essência... a mesma intensidade...
que nos aprisiona e nos amedontra...
Four Walled World(Letra traduzida)
Temple of The Dog
Mundo de Quatro Paredes
Bem ela chorou, e ela chorou
A noite toda ao som dos ruídos (hum) da estrada
E ela jura que ela vai embora (de vez)
Quando o sol encontrar-se com o horizonte
(com o solo)
E ela não vai voltar para a minha cela
Bem ela está cansada e ela está cansada
Desta vida que ela vem levando (liderando)
a tanto tempo
E os tempos mudam
Através das paredes que cercam
até as baladas de uma música de carcereiro
No meu mundo de quatro paredes
Bem ela tenta, e ela tenta
Mas meus pés não vão deixar o chão
E eu estou cansado e eu estou cansado
Dessa vida de prisioneiro, e dessas correntes
Que me puxam para baixo
No meu mundo de quatro paredes
E agora o sol já está baixo
E essas paredes tentam quebrar minha alma
E agora a lua está cheia
E eu não vou ver nada hoje de noite
A não ser as lágrimas nos olhos dela e
Meu mundo de quatro paredes
Deu pau na minha máquina, deu pau no meu HD, deu pau na minha rosadosventos, uma madrugada inteira salvando 20 GB de dados, outra formatando e reinstalando trocentos programas, e o HD vai para o espaço... talvez eu fique sem micro uns dias, e só quem me conhece sabe o que isso significa pra mim... entrei em curto... tô muiiiiiiiito cansada, frustrada... precisando de colo...
O coração? é um caso perdido...
sente saudades da sua miragem...
Sua tão esperada visão... ilumina,
alivia, mas não lhe traz a cura...
ao contrário... lhe traz o perturbador desejo
de que a visão se materialize...
Ela quer um olhar direto, uma palavra, um toque...
ela quer se perder... perto.... bem perto...
ao menos por alguns segundos,
nos olhos da sua miragem...
Duas músicas sugeridas em um blog por alguém
especial por alguma razão me inspiraram esta:
Wicked Garden(Tradução)
Stone Temple Pilots
"Jardim da Maldade"
Voce consegue sentir-se como uma criança?
Você consegue ver o que eu quero?
Eu quero correr através do seu jardim da maldade
Ouvi que esse é o lugar para achar você
Mas eu estou vivo
Muito vivo agora
Eu sei que a escuridão cega você
Você consegue ver sem olhos?
Você consegue falar sem mentiras?
Eu quero beber de sua fonte pura (nua)
Eu posso afogar suas mágoas
Eu quero queimar, queimar sua vida agora
Fora das correntes que prendem você
Voce consegue sentir-se como uma criança?
Você consegue ver o que eu quero?
Posso trazer você de volta à vida?
Você está com medo da vida?
Queime, queime, queime..
Queime seu jardim da maldade de uma vez...
Queime, queime, queime...
Queime seu jardim da maldade até nao sobrar nada...
Você consegue sentir dor em si mesma(o)?
Você consegue amar?
Você consegue chorar?
Eu quero correr através do seu jardim da maldade
Ouvi que este é o lugar para encontrar você
Porque eu estou vivo
Muito vivo agora
Fora da escuridão que cega você
Você consegue simplesmente ver como uma criança?
Você consegue ver somente o que eu quero?
Posso trazer você de volta à vida?
Você tem medo da vida?
Queime, queime, queime..
Queime seu jardim da maldade de uma vez...
Queime, queime, queime...
Queime seu jardim da maldade até nao sobrar nada...
O meu coração, a minha alma, o meu espírito
sentem tudo absolutamente parado...
nem o vento se move... como se fosse um
momento mágico, aquele instante em que tudo
para antes de algo acontecer... ouço o som
do silêncio... e espero... mas o que?...
não sei... talvez rastros...
talves... o acalento de uma voz que me
dissesse: "Voce não esta sozinha..."
mas estou só ... muito, muito só...
TATUAGENS
Mafalda Veiga
Em cada gesto perdido
Tu és igual a mim
Em cada ferida que sara
Escondida do mundo
Eu sou igual a ti
Fazes pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
Pintas o sol da cor da terra
E a lua da cor do mar
Em cada grito da alma
Eu sou igual a ti
De cada vez que um olhar
Te alucina e te prende
Tu és igual a mim
Fazes pinturas de sonhos
Pintas o sol na minha mão
E és mistura de vento e lama
Entre os luares perdidos no chão
Em cada noite sem rumo
Tu és igual a mim
De cada vez que procuro
Preciso um abrigo
Eu sou igual a ti
Faço pinturas de guerra
Que eu não sei apagar
E pinto a lua da cor da terra
E o sol da cor do mar
Em cada grito afundado
Eu sou igual a ti
De cada vez que a tremura
Desata o desejo
Tu és igual a mim
Faço pinturas de sonhos
E pinto a lua na tua mão
Misturo o vento e a lama
Piso os luares perdidos no chão
"Se fosse possível para nós vermos
além do que o nosso conhecimento alcança,
e mais um pouquinho além dos limites
de nossas adivinhações,
talvez pudéssemos, então,
tolerar nossas tristezas
com mais confiança
que nossas felicidades.
Porque esses são os momentos
em que algo novo entra em nós,
algo desconhecido;
nossos sentimentos ficam mudos
em perplexidade tímida,
tudo em nós se retrai,
uma quietude chega, e o novo,
que ninguém conhece,
ergue-se no meio e fica em silêncio."